Não importa o tempo de carreira: de estagiário a jornalista senior pensando em novos rumos para a carreira, algo que você certamente precisará é de um bom portifolio. E não me refiro a uma pasta com reportagens encadernadas. Você vai precisar é de um portifolio online.
Quando um potencial empregador dá um Google no seu nome, o ideal é que ele encontre o seu site com todas as suas matérias, perfis nas midias sociais, videos e outros trabalhos. O portifolio online pode ser a primeira boa impressão, ou a mais forte já que você mostrou que sabe como se posicionar na internet.
Isso não significa que você tem que ser um webdesigner ou um mega programador HTML. Por sorte, existem cada vez mais ferramenta que entregam essa parte “pronta”.
Para jornalistas, em específico, aqui vai 5 sites que podem te ajudar a criar um portifolio online. Todos eles oferecem a possibilidade de você criar uma URL personalizada e o melhor você precisa entender zero de programação para montar seu site.
WordPress: possivelmente é o mecanismo mais famoso para blogs e website. O próprio site do Gaterlist é um plataforma WordPress.
Cuttings.me: Se você não está muito preocupado em customizar uma página, mas quer mesmo um ambiente para armazenar suas repostagens, o cuttings.me é a melhor solução.
Pressfolios: é similar ao cuttings.me, mas é mais amigável.
Flavors: se descreve como a plataforma mais fácil e com mais estilo para criar sua marca registrada na internet. Apesar de não ser criada para jornalistas, muitos a utilizam por sua possibilidade multimidia.
About.me: Muitos jornalistas americanos utilizam o about.me que soma todas as vantagens das outras plataformas ao fato de você poder integra-lo com twitter, facebook…
Você pode obter mais detalhes dessas ferramentas no link que originou este post, no 10.000 words
Pauta de gastronomia e dicas de bares e restaurantes para Época São Paulo agora devem ser enviadas para Juliana Fidalgo jfigaldo@…
Já o Bruno Leuzinger que era da Época São Paulo, agora está testando restaurantes para o Guia 4 rodas. nome.sobrenome@…
Site da Ana Maria Braga
Revista A. Este é o nome da revista oficial da Ana Maria Braga, que a partir do dia 9 deste mês estará à venda nas bancas e disponível para assinatura. Com produção e edição da Duetto Editorial e coordenação de Ana Maria, a Revista A foi inspirada na revista da maior apresentadora de programa dos Estados Unidos, Oprah Winfrey – que tem uma revista chamada “O”. A edição de abril tem como destaque a entrevista de Ana Maria ao Pedro Bial.
A revista é mensal e seu conteúdo é distribuído em, no mínimo, 140 páginas. São previstos 200 mil exemplares por mês em circulação nacional. Os assuntos mais abordados nas matérias da revista serão: moda, comportamento, decoração, culinária, sexo, e beleza. O preço da revista comprada nas bancas é R$7,90, mas a 1ª edição, de abril, tem o valor promocional de R$4,90.
Ana Maria Braga conta o porquê do projeto: “Tenho tinta correndo nas veias”; lembrando de sua experiência no mercado editorial. Para quem não sabe, Ana Maria já foi diretora comercial da Editora Abril durante 8 anos, muito antes de ingressar no Note & Anote, da TV Record, para depois migrar para o Mais Você, da rede Globo.
Ela fez questão de comentar que a revista foi sim inspirada na de Oprah Winfrey. “Não tenho vergonha nenhuma de contar isso porque ela serviu de inspiração para nossa equipe”, salientou Ana, que também contou que colocou o dedo em todas as editorias: “Eu fiz questão de estar presente em todas as páginas, então, o que vocês vão ver, podem ter certeza que tem o meu envolvimento”.
A intenção é que a revista seja direcionada a todas as mulheres, independentemente de faixa etária ou estilo – assim como Ana aborda no Mais Você.
Confira alguns conteúdos da primeira edição da Revista A:
Conheça as seções da revista:
- Atmosfera zen
- Amigo bicho
- Arrasa, gata!
- Alô, doutor?
- ABC Kids
- Armário & Companhia
- Assunto de homem
- Arte em casa
- Ana garimpa
- Água na boca
- Amo sapatos
- Agito
- Arsenal tech
- Assessoria
- Acelera
- Ache aqui
- Até logo
São cerca de 845 milhões de usuários ativos, 65 bilhões de pageviews por mês, a 2ª maior do mundo, atrás apenas do Google. E o Facebook, através de seu fundador e CEO Mark Zuckerberg, anuncia a compra do Instagram por US$ 1 bilhão, um aplicativo de compartilhamento de fotos gratuito. Inicialmente funcionava apenas nos dispositivos Apple iOS, e desde a semana passada, também para o Android, o sistema operacional do Google. Além de compartilhar fotos, ele permite a aplicação de uma variedade de efeitos e filtros disponíveis.
O Instagram só tem (ou tinha) um problema: gratuito, sem anunciantes, a empresa recebeu um aporte financeiro de US$ 7 milhões em fevereiro de 2011, e até hoje, não havia declarado como tornaria o seu produto rentável.
E então, fica a pergunta: por que o Mark Zuckerberg gastou US$ 1 bilhão (o dobro do valor dela no mercado) numa empresa com um aplicativo semelhante ao que ele tem no Facebook, com um numero ainda pequeno de usuários e sem fonte de receita?
O site “The Week” fez uma ótima análise com 4 teorias bem plausíveis para responder a esta pergunta:
1 – Facebook imobilizou sua maior ameaça
Segundo Nicholas Carlson, da Business Insider, os maiores concorrentes do Facebook não são o Google ou Twitter. A principal atração do Facebook é deixar que seus usuários compartilhem fotos, porém a rede social “não é o meio mais fácil de compartilhar fotos dos seus amigos e família pelo celular”. O Instagram estava “matando” o Facebook neste aspecto, e agora, “o Facebook deve matar o Instagram”, disse Laurie Segall da CNN. Mark Zuckerberg insiste que o Instagram continuará uma entidade independente, mas o “Facebook vai matar seus produtos e realocar seus funcionários em outros projetos”. Veremos.
2 – Facebook precisa entrar no mercado de Smartphones
De acordo com outra teoria, de Evelyn Rusli do New York Times, o Facebook não matará o Instagram já que foi feita uma aquisição de um formidável player na área dos smartphones. Os celulares foram sempre “um ponto fraco para a rede social”, e agora possui ela própria “um dos aplicativos mais baixados para iPhone”
3 – Facebook quer diminuir o Yahoo
Segundo Bruce Upbin, da Forbes, o maior perdedor neste mega negócio é o Yahoo, que possui seu próprio site de compartilhamento de fotos, o Flickr. O Facebook apenas redefiniu seu lugar no mercado de compartilhamento de fotos, semelhante ao que o Google fez no mercado de compartilhamento de vídeo ao comprar o You Tube. Ao comprar o Instagram, o Facebook apenas “colocar os pregos no caixão do Yahoo”.
4 – O Facebook está se reforçando antes da IPO
O Facebook está reforçando suas ofertas antes da sua primeira oferta publica inicial, IPO, onde espera buscar cerca de US$ 5 bilhões em algumas semanas, disse Douglas MacMillan da Bloomberg. Mais do que isso, o Facebook provou aos investidores que tem “habilidade e estômago para entrar em grandes negócios de sete dígitos”, segundo Carlson (Business Insider).
Sem dúvida que o twitter hospeda a maioria das interações entre os fãs de esportes, mas esse não é o único ambiente online para acalorar a paixão dos torcedores.
Por isso, o Mashable selecionou 9 redes sociais para os fãs de esportes e vamos compartilhar abaixo 3 das indicações de Sam Laird, autor do post original.
1 – SportsFanLive
Funciona como um ponto de encontro digital para fãs de todas as modalidades esportivas. O membros podem criar perfis, adicionar contatos e consumir itens personalizado de seus times favoritos.
Eles também podem acumular pontos, de acordo com o cruzamento entre apostas e os resultados de jogos. Além disso, o usuário pode pesquisar o bar mais próximo em que os fãs de determinado time ou esporte irão se encontrar para ver uma partida.
O site foi fundado em 2008 por David Katz, que trabalhou com o Yahoo Sports.
2 – Phanoto
Trata-se de um banco de dados de imagens postadas pelos fans de esportes. Usários postam fotos do jogos para compartilhar a perspectiva que estão vivenciando como torcedores.
As imagens podem ser organizadas por tópicos e os membros podem fazer comentários.
Phanoto funciona também em apps para Android e IOS.
3 – FanCake
FanCake é um aplicativo que te permite assistir jogos ao vivo enquanto está conectado com outros usuários ou interagindo pelo facebook.
Os usuários competem uns com os outros por meio de apostas e o vencedor pode trocar os pontos acumulados por itens de companhias afiliadas ao aplicativo.
Os outros aplicativos você pode conhecer por aqui
Semana passada o Google divulgou o primeiro video que mostra como funcionará o Google Glasses, uma espécie de computador cuja tela é a lente de um óculos, que funciona por compando de voz.
O objetivo do Google Glasses ainda é indefinido, até porque se trata de um protótipo, mas muita discussão rodou pela internet sobre o assunto. Os principais questionamentos foram: será que estamos prontos para isso? Será que precisamos disso? Será que vamos sobreviver a isso?
Abaixo o video que o Google soltou na net.
Claro que há outras teorias sobre o futuro da utilização do Google Glasses, a melhor que encontramos foi inspirada por Beth Callaghan, no site All Things que reproduzimos abaixo.

Com informações do IG e do All Things
David Clark
Mashable
Com a crescente competição pela receita vinda de “ad dollar“, o Twitter está fazendo um grande reposicionamento este ano para atrair mais publicidade.
Eles já investiram no redesign da plataforma, além da criação de plataformas personalizadas para marcas. Mas essas podem não ser as únicas investidas.
De acordo com o recente relatório da AD AGE o Twitter está a procura de novas experiências publicitárias para a sua plataforma na expectativa de grandes marcas investirem mais do que apenas a publicidade conhecida por ad dollars.
Apesar de o twitter não ter confirmado os rumores oficialmente, vale a pena levá-los à sério. Abaixo as 3 possível mudanças e o que elas podem representar para as marcas interessadas em publicidade.
1 – Abertura de capital
Facebook e Apple transformaram seus negócios por meio de investidores. O movimento permite ao investidores criarem maneiras de faturar com a plataforma. Como resultado, hoje temos investimentos milionários feitos nesses plataformas.
Se os rumores forem corretos, o twitter está seguindo na mesma direção.
A abertura do twitter permitirá que as marcas interessadas na divulgação criem interações profundas com seus mercados. Essa será não apenas uma oportunidade para o twitter como também para as marcas interessadas em maneiras de se relacionar com o consumidor. Por exmeplo, utilizando o twitter como o SAC.
Os problemas de colocar essa possibilidade em prática são grades desafios: usuário normalmente não visita páginas institucionais diretamente e os mecanismos de administração do perfil, como tweetdeck e Hootsuite, são construídos por meio de API e eliminam o potencial das páginas institucionais.
2 – T-Commerce
Social Commerce é visto como o próximo boom para o e-commerce. Muitas empresas já trabalham utilizando o facebook, mas ainda é um serviço em desenvolvimento. Um exemplo disso são as marcas Gap, JC Penny e Nordstrom, empresas de social commerce, que fecharam seus perfis no facebook porque os usuários preferiam comprar nos sites. Provavelmente essa falta de interesse em consumir pelo no facebook se dá por conta da própria plataforma que não estava preparada para atividades de e-commerce.
Agora o twitter tenta navegar por essa possibilidade de e-commerce. Será bem sucedido?
O principal é que o twitter tem que obter êxito onde o facebook falhou. Twitter e-commerce tem que criar muito valor agredado em sua plataforma para se tornar mais competitiva do que uma web store.
É provável que o e-commerce do Twitter vai passar por uma integração com o Square, um sistema de pagamento mobile criado pelo co-fundador do twitter Jack Dorsey. Possivelmente o e-commerce do Twitter seja o primeiro serviço que usará tecnologia location-based e pagamentos one-click baseado no nome de usuário do twitter. Isso vai agregar grande valor aos usuário de twitter pelo celular.
3 – Sorteios e competições
O twitter será o meio pelo qual as empresas vão realizar promoções e sorteios.
Íntegra do artigo, clique aqui
Josh Sternberg
Digiday
Semana passada, como foi amplamente noticiado, o Facebook liberou timelines para serem personalizadas por marcas. As grandes marcas de veículo de comunicação norte americanas não demoraram a aparecer por lá e mostrarem quão interessantes seus arquivos podem ser.
A timeline do facebook é a melhor maneira de um perfil mostrar suas caracterísiticas de maneira única e criativa. As mídias tradicionais escolheram explorar seu passado e revelar aos usuários da plataforma a vantagem de ter participado e registrado outros tempos além da era digital.
Josh Sternberg deu uma olhada nos perfis do principais veículos e ressaltou em seu artigo o que cada um dele destacou.
A imagem em destaque é da redação de 2 andares do jornal. Os ícones conduzem o usuário ao arquivos de fotos e eventos registrados pelo NYT, como a naufrágio do Titanic em 1912, indo até mesmo ao compartilhamento de notícias datadas no século XVIII.
Além dos fatos históricos, a marca também expõe sua própria história.
O jornal também compartilha com os usuários artigos (novos e antigos) e também colhe opiniões dos leitores e mede sua audiência.
A Timline do jornal começa com uma montagem de várias imagens capturadas com câmeras das mais antigas (como a Brownie Hawking) até as câmeras de iphone. A montagem é acompanhada de um artigo questionando se o iphone é a única câmera que você precisa.
Essa combinação de montagem e artigo é um bom exemplo de como uma mídia tradicional pode ter vantagem na nos meios digitais: ressaltando sua história na timeline.
A timeline do veículo de Rupert Murdoch começa em 1889, quando o WSJ foi fundado para dar ao “Operários, Banqueiros e Capitalistas” as informações financeiras que eles precisavam.
No original do arquivo de Josh Sternberg você encontra a analise de outros veículos. Acesse por aqui.
Por Ben LaMothe
Mediabistro
Muito tem se falado sobre o impacto que as mídias sociais têm sobre o mundo corporativo. Segundo Ben LeMothe, especialista em mídias sociais, em seu artigo publicado no 10,000 words, esse debate também é caloroso nos meios acadêmicos dos Estado Unidos.
Segundo ele, muitas universidades norte americanas, que possuem cursos de jornalismo e relações públicas, estão divididas entre duas opções: integrar “mídias sociais” como parte do curriculo ou ensinar essa “disciplina” separadamente.
Além disso, eles ainda questionam os fundamentos das mídias sociais: elas vão durar tempo suficiente ao ponto de valer a pena mexer no curriculo de um curso? Trata-se de uma disciplina no sentido clássico, que pode ser ensinada e coexistir com os métodos acadêmicos?
Ben LeMothe pode ouvir opiniões de vários estudantes e especialistas enquanto passou um tempo na Central Michigan University, onde estudou.
A Central Michigan recentemente chancelou um certificado de mídias sociais como parte do departamento de jornalismo. O Curso de extensão tem 4 aulas e toca em vários aspectos das mídias sociais e de suas aplicações em ambientes corporativos. (Ben LeMothe foi convidado para ministrar nesse curso)
Mesmo os alunos matriculados no curso de extensão, nutrem grande ceticismo do real valor e importância no mercado de um certificado de proficiência em nível de mídias sociais.
Quando as mídias sociais e os blogs de tornaram ferramentas comerciais, os primeiros adeptos – pessoas que usavam essas plataformas em âmbito pessoal – descobriram um filão de grandes oportunidades de empregos. Mas a demanda era maior que a oferta de especialistas.
Entretanto, a real demanda é por especialistas (lê-se profissionais) que tenham um entendimento de como as mídias sociais podem funcionar para o bem e para o mal de uma corporação. Existe uma diferença entre esse background e apenas manusear um perfil no facebook ou no twitter. Essa diferença que algumas vezes tem sido negligenciada.
Um curso de extensão ou de graduação nesse sentido garante que as pessoas deixarão de ser especialistas para se tornarem profissionais, sendo alimentadas com conceitos e processos que são releventes para o modo que os negócios utilizam as plataformas sociais.
O certificado oferece ao empregador um meio de diferenciar um candidato do outro para uma vaga que ainda não tem um status de performance definido. Ao passo que a industria das mídias sociais amadurece, o ensino se fundamentará em mais e mais cases.
*O artigo não foi traduzido na íntegra. Trata-se de um resumo realizado pelo Da Redação Para ler o artigo na íntegra, clique aqui
Publicação celebra idade com novo projeto gráfico editorial e lançamento de um livro
Por Beatriz Almadova Lorente
De Meio & Mensagem
A revista Estilo, da Editora Abril, completa dez anos em 2012 e inicia neste mês as celebrações. Já na edição que circula a partir desta semana, o público pode conferir um novo projeto gráfico com o acréscimo de 40 páginas, que, segundo a diretora editorial Maria Rita Alonso, deixa a publicação ainda mais fácil de ser absorvida pelos seus leitores. “Teremos imagens maiores com ângulos inusitados que deixam roupas e acessórios mais atraentes”, explica Maria Rita.
Outra ação que está sendo preparada é o evento Bazar de Trocas, inspirado na ferramenta que surgiu na fanpage da Estilo no Facebook para promover troca de roupas e acessórios entre as leitoras. Além disso, ainda para abril, a editora lança o livro Guia de Estilo, vendido nas bancas. “Planejamos mais eventos e ações durante todo ano, inclusive uma exposição”, destaca Maria Rita. A
Estilo é licenciada da publicação Style, lançada nos Estados Unidos há 20 anos. O título surgiu como um guia da revista People, em uma época em que o conceito do “faça você mesmo” estava em voga. A publicação se apropriou da ideia acrescentando a abordagem de celebridades. A circulação da revista ultrapassou 120 mil exemplares (IVC – dez./2011)
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- Flávio Oliveira, editor de Brasil do Jornal A Tarde, Salvador, deixou o jornal para trabalhar na Bahia Mineração. 5 days ago
- Começou hoje na Cabelos & Cia a Patrícia Santos. 1 week ago
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maio 11, 2012 em 




