EM PAUTA
Mostrando todos os artigos tageados com cancer
0

Dados do Inca apontam que só no Estado de Minas Gerais, são esperados mais de 46 mil novos casos da doença

Os números assustam. De acordo com estimativas do INCA (Instituto Nacional do Câncer), o Brasil terá 500 mil novos casos de câncer em 2011. E, se não houver uma intervenção efetiva pelas autoridades de saúde, este número pode saltar para 26 milhões em 2030. Os tipos mais comuns, à exceção do câncer de pele do tipo não melanoma, serão os cânceres de próstata, pele, cólon, reto e de pulmão – no sexo masculino, e os cânceres de mama, pele, cólon, reto, pulmão e do colo do útero, no sexo feminino.

Segundo pesquisa recente da Agência Internacional para Pesquisas em Câncer, o impacto global do câncer mais que dobrou nos últimos 30 anos. Uma das explicações para a crescente incidência da doença é, curiosamente, o aumento da expectativa de vida. Com uma população cada vez mais idosa, o aumento dos casos de doenças crônico-degenerativas também é crescente. Leia toda a matéria »

0

Especialistas apresentam casos clínicos e debatem a situação atual da doença no Brasil

Em visita recente ao Brasil para o VI Congresso Franco-Brasileiro de Oncologia, a diretora do Departamento de Medicina do Instituto Jules Bordet, na Bélgica, Martine Piccart, uma das maiores autoridades do mundo em câncer de mama, comentou casos clínicos de pacientes brasileiras com a doença. Os mesmos foram apresentados pelos respeitados médicos Sérgio Simon, professor de Medicina da Universidade Federal de São Paulo (UNIFESP), e Francisco Marziona, diretor do Serviço de Oncologia Clínica do Hospital Pérola Byington e membro do Instituto Paulista de Cancerologia.

As pacientes analisadas eram portadoras do câncer de mama HER2+ — considerado o tipo mais agressivo da doença e que está intimamente associado às metástases e, consequentemente, a taxas reduzidas de sobrevida. Os casos apresentaram uma boa resposta clínica após tratamento com lapatinibe e capecitabina, mesmo após diversos esquemas de quimioterapias paliativas prévios. Entre as conclusões, relatou-se que a associação do lapatinibe e da capecitabina após tratamento prévio com trastuzumabe vem garantindo bons resultados a pacientes com câncer de mama metastático.

Segundo o oncologista Francisco Marziona, hoje é primordial que se trate o câncer de mama de forma mais individualizada. “O exame imuno-histoquímico, realizado a partir da biópsia ou do tumor já retirado, apresenta as características deste tumor. Entre eles, cerca de 25% são HER2+”, explicou. Para ele, é preciso, no mínimo, diferenciar as pacientes entre HER2+, triplo-negativos e hormonais positivos, para que se possa tratar adequadamente o paciente.

Drogas orais

A importância das drogas orais, como o lapatinibe, no tratamento para câncer de mama tem sido fortemente reforçada pelos principais especialistas do Brasil e do mundo. “Elas são importantes pela comodidade oferecida à paciente, além de apresentarem menos efeitos colaterais. O inconveniente é que no Brasil os convênios ainda se mostram resistentes a arcar com os custos destas drogas. É uma pena porque é possível avaliar o quanto elas melhoram a qualidade de vida destas pessoas”, disse Marziona.

O professor Antônio Buzaid, do Centro de Oncologia do Hospital Sírio Libanês, também ressaltou a importância das drogas orais no tratamento do câncer. “Alguns seguros entendem que isso é um problema da lei brasileira, de não cobrir o medicamento oral e, em geral, disponibilizam o medicamento ao paciente. Mas há seguros que não entendem desta forma e, por isso, é preciso que o paciente busque recursos legais para conseguir acesso a esta medicação. É um direito do paciente ter acesso à medicação capaz de ajudá-lo potencialmente”, complementou.

Prevenção e detecção precoce

A questão da alimentação é reforçada como uma das mais importantes formas de prevenir o câncer de mama. Segundo o professor Buzaid, apesar de não haver estudos que comprovem a relação da alimentação com a incidência da doença, a recomendação de nutrição se fundamenta em estudos observacionais. “Claramente, a dieta ocidental é pró câncer de mama. A taxa de câncer de mama nos Estados Unidos é de uma em cada nove mulheres. No Japão, este número é minúsculo. A dieta considerada saudável é rica em frutas, verduras, não tem carne vermelha, é rica em peixe, frutos do mar, azeite de oliva, não tem doces e farináceos”, acrescentou.

Para o especialista, todos os cânceres, sem exceção, apresentam correlação entre o risco de morte e o quão avançado está. Quanto menor o câncer, maior a chance de cura. Segundo documento produzido pelo Instituto Nacional do Câncer (Inca), a estimativa é que o Brasil tenha 500 mil novos casos de câncer por ano, sendo 49.240 mil deles relacionados ao câncer de mama. Com hábitos de vida menos saudáveis, reforçando o depoimento do Dr. Antônio Buzaid, os estados que farão mais vítimas são Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Rio Grande do Sul.

O Inca sugere que as mulheres façam mamografia a partir dos 50 anos. Mas especialistas indicam que ela seja feita a partir dos 35 anos, ou antes, dependendo do histórico familiar.

Dados da Assessoria de Imprensa:

Assessor Responsável: Júlia Costa
E-mail: julia.costa@approach.com.br
Telefone: (21) 3461-4616 – ramal 125

Assessor Responsável: Fabiana Guimarães
E-mail: fabiana.guimaraes@approach.com.br
Telefone: (21) 3461-4616 – ramal 152

Assessor Responsável: Bianca Gomes
E-mail: bianca.gomes@approach.com.br
Telefone: (21) 3461-4616 – ramal 164

0
Deixe os mitos de lado e entenda melhor a doença

Não se pode combater um inimigo desconhecido. Com o câncer não é diferente e, por isso, esse é um dos temas da saúde mais estudados atualmente. A doença é complexa e exige cuidados bastante específicos, supervisionados por diferentes profissionais. Mas um dos primeiros passos no combate ao câncer é esclarecer os mitos que cercam a doença - como os listados abaixo.
Leia toda a matéria »

0

Até o término de 2010, mais de 27 mil brasileiros vão morrer de câncer de pulmão. Essa é a estimativa do Instituto Nacional de Câncer (INCA), que aponta o tabaco como responsável por 90% das mortes. Os outros 10% abrangem agentes químicos, má alimentação e herança familiar.

Se você não fuma, mas está em contato com agentes químicos, como o arsênio, asbesto, berilo, cromo, rândonio, níquel, cádmio e cloreto de vinila, encontrados principalmente no ambiente ocupacional, também está entre o grupo que mais tem chance de ter a doença. Baixo consumo de frutas e verduras, doença pulmonar obstrutiva crônica (enfisema pulmonar e bronquite crônica), predisposição genética e histórico familiar de câncer de pulmão, também são fatores de risco que podem surpreender as pessoas.

Agora, se você fuma, atenção redobrada aos sintomas que podem ajudar a detectar um possível doente de câncer de pulmão e aumentar sua estimativa de vida: tosse, ronco, dor no tórax, escarros hemópticos (escarro com raias de sangue), falta de ar e pneumonia.
Leia toda a matéria »

0

Já estamos na primavera, e o verão dá pistas de que vem pra valer. Prova disso é o sol e o calor que não deram trégua, nem mesmo no inverno. E todo esse clima deve ser percebido com prazer, mas também com segurança, pois o câncer de pele é o tipo mais comum entre os brasileiros. A médica oncologista da Oncomed Bh, Letícia Carvalho, explica, na entrevista abaixo, quais os cuidados que devemos ter, os fatores de risco, o índice de cura, entre outros aspectos ligados ao câncer de pele.

Caso tenha interesse em repercutir esse assunto, temos fontes à disposição para entrevistas.

CÂNCER DE PELE

Quais as formas de se proteger contra ao câncer de pele?

A principal prevenção ao câncer de pele é evitar a exposição ao sol sem proteção. Recomenda-se o uso de chapéus, guarda-sóis, óculos escuros e filtros solares durante qualquer atividade ao ar livre. Deve-se evitar a exposição em horários em que os raios ultravioleta são mais intensos, ou seja, das 10 às 16 horas. Para o uso de filtros solares, é sugerida a reaplicação a cada duas horas. O ideal é que o Fator de Proteção Solar (FPS) seja, no mínimo, 15.

Como é o tratamento?

O tratamento principal do câncer de pele se baseia na remoção cirúrgica da lesão. Tratamento tópico ou radioterapia podem ser realizados. A decisão do procedimento é feita pelo médico e leva em consideração o tamanho, a topografia da lesão e o subtipo de câncer de pele.

Quais são os tipos de câncer de pele mais comuns?

Os tipos de câncer de pele mais freqüentes são: carcinoma basocelular, responsável por 70% dos diagnósticos de câncer de pele, o carcinoma epidermóide com 25% dos casos e o melanoma, detectado em 4% dos pacientes.

Quais são as áreas do corpo mais atingidas?

As áreas do corpo de maior acometimento de câncer de pele são aquelas mais expostas ao sol como face, orelhas, tronco (colo), braços e mãos. Contudo, o tipo melanoma pode surgir em áreas cobertas como no dorso (costas) e pernas.

Até que ponto o protetor minimiza os riscos?

Os filtros solares são preparações para uso tópico que reduzem os efeitos deletérios da radiação ultravioleta. Nem todos os filtros solares oferecem proteção completa para os raios UV-B e raios UV-A, excluindo totalmente os riscos da exposição ao sol. Importante lembrar que o filtro solar não deve ser usado com objetivo de permitir o aumento do tempo de exposição ao sol, nem para estimular o bronzeamento.

O que é o câncer de pele não-melanoma?

Câncer de pele não-melanoma é o tipo de neoplasia maligna mais frequente no Brasil, correspondendo a cerca de 25% de todos os tumores malignos registrados. De acordo com o INCA, o número de novos casos de câncer de pele não-melanoma estimados para o Brasil neste ano é de 113.850, sendo 53.410 homens e 60.440 mulheres .

Qual o índice de cura?

O índice de cura do câncer de pele varia de acordo com o tipo de câncer, porém, o mais importante, é o diagnostico precoce da doença. O médico deve ser consultado no surgimento de qualquer lesão suspeita o mais rápido possível.

Quais os sintomas desse tipo de câncer?

São sintomas de câncer de pele: crescimento na pele de aparência elevada e brilhante, translúcida, avermelhada, castanha, rósea ou multicolorida; Uma pinta preta ou castanha que muda sua cor, textura, torna-se irregular nas bordas e cresce de tamanho. Uma mancha ou ferida que não cicatriza, que continua a crescer apresentando coceira, crostas, erosões ou sangramento.

Quem são as principais vítimas desse tipo de câncer?

Câncer de pele é mais comum em indivíduos com mais de 40 anos sendo relativamente raro em crianças e negros, com exceção daqueles que apresentam doenças cutâneas prévias. Indivíduos de pele clara, sensível à ação dos raios solares, ou com doenças cutâneas prévias são as principais vitimas do câncer de pele.

Dados da Assessoria de Imprensa:

Assessor Responsável: Juliana Morato
E-mail: juliana.morato@linkcomunicacao.com.br
Telefone: (31) 2126-8072
Celular: (31) 9815-5467

0

Quando ouvimos falar em câncer, geralmente, pensamos no pior. Mesmo com os mais inovadores tratamentos que vêm surgindo no mercado, a maioria das pessoas ainda desconhece vários aspectos da doença. Isso acontece porque, infelizmente, o que não faltam são informações distorcidas sobre o câncer, provenientes das mais distintas fontes.

É importante considerar que no mundo são diagnosticados cerca de 10 milhões de novos casos a cada ano e a Organização Mundial de Saúde estima que em 2020, esse número subirá para 15 milhões. Em contraponto a isso, o que podemos perceber é que hoje o câncer é uma das doenças crônicas com maior índice de cura e, mesmo nos casos que não são curáveis, pode-se aumentar o tempo de sobrevida ou melhorar substancialmente a qualidade de vida do paciente.

Para contribuir com a propagação de informações corretas e para orientar as pessoas que têm dúvidas sobre o assunto, o médico oncologista Amândio Soares Fernandes Junior, diretor da Oncomed – Centro de Prevenção e Tratamento de Doenças Neoplásicas e membro da Sociedade Brasileira de Oncologia Clinica (SBCO) e da Sociedade Brasileira de Cancerologia (SBC), se coloca à disposição para discorrer sobre o tema.

Alguns questionamentos: Leia toda a matéria »

Página 1 de 11

.

  • Flávio Oliveira, editor de Brasil do Jornal A Tarde, Salvador, deixou o jornal para trabalhar na Bahia Mineração. 5 days ago
  • Começou hoje na Cabelos & Cia a Patrícia Santos. 1 week ago
  • Também mudou o editor da Revista Sua Saúde da Editora Alto Astral. Quem comanda agora é a Rose Araujo. 1 week ago
  • Dirley Fernandes não será mais editor da Revista Conhecer da Duetto Editorial. No lugar dele fica Flávio Almeida 1 week ago
  • O canal Bazar do nosso site está cheia de dicas para quem vai divulgar produtos em especiais Dia das Mães http://t.co/HVMQJldq 3 weeks ago
  • More updates...